21/12/2009 / Em: Clipping

 


Confira o que esperar das provas de matemática da Fuvest, Unicamp e UFRJ  (Globo.Com – G1 Vestibular – 21/12/09)

Os estudantes que farão prova de matemática nos vestibulares da Fuvest, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na primeira quinzena de janeiro, podem ficar atentos a algumas dicas dadas por professores dos cursos Etapa, em São Paulo, e PH, no Rio de Janeiro. A Fuvest vai aplicar provas nos dias 3, 4 e 5 de janeiro enquanto a Unicamp realizará a segunda fase entre os dias 10 e 13. Os candidatos às vagas oferecidas pela UFRJ batalharão por uma vaga em 9 e 10 do mesmo mês. Vale lembrar que a segunda fase da Fuvest está diferente neste ano. Todos os candidatos selecionados terão de responder a 20 questões dissertativas de história, geografia, matemática, física, química, biologia e inglês no segundo dia de provas. Pode ser, também, que o vestibular apresente questões interdisciplinares nesse dia. As dicas da Fuvest e Unicamp são do coordenador de matemática do curso Etapa, Marcelo Dias Carvalho. Quanto ao vestibular da UFRJ, os comentários são de Luis Felipe Abad, professor da matéria no curso PH.



Candidatos enfrentam maratona de vestibulares no início do ano  (CBN Campinas – Notícias –  18/12/09)

Só na Unicamp, mais de 14 mil candidatos estão no páreo para pouco mais de 3 mil vagas. A pedagoga, Ângela Andreollo Dauch, especialista no trabalho com futuros universitários explica que para enfrentar a verdadeira maratona de estudos é preciso manter a tranquilidade. De acordo com ela, não adianta estudar na última hora, pois o estudo sob situação de estresse não garante o aprendizado.Para manter a tranquilidade ela recomenda descanso, boa alimentação e também diversão, porém tudo sem extravagâncias.



Busca por engenharia cresce, mas falta vaga (Folha de S.Paulo – Cotidiano – 20/12/09)

De um lado, falta de profissionais formados no mercado de trabalho. Do outro, candidatos interessados na formação, mas sem vagas suficientes. Assim está o panorama da engenharia civil no país. Dados do Ministério da Educação mostram que o número de alunos que prestaram vestibular para a área cresceu 86% em três anos (o número mais recente, divulgado mês passado, é de 2008). Já as vagas subiram em ritmo menor: 49,6%. Com o descompasso, a relação de candidatos por vaga chegou a 3,5 no sistema como um todo, mas subiu para 8,4 considerando só as universidades públicas, onde a diferença nos indicadores foi mais acentuada. Na Unicamp, por exemplo, 27,4 alunos disputam uma vaga. A incapacidade do ensino superior de absorver interessados na área ocorre num momento em a construção civil já vive um “apagão” de mão de obra. Estudo da FGV Projetos e da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção mostra que haverá falta de profissionais na área em 2010, por conta do reaquecimento da economia. Com isso, surge a necessidade de obras de infraestrutura, como ampliação de estradas. O país sediará ainda Copa do Mundo e Olimpíadas, o que exigirá mais obras. Também há procura de profissionais para explorar o pré-sal e para o mercado imobiliário..

Ajuda
A discussão no setor educacional é como aumentar as vagas. O setor privado, que oferece 70% dos postos na engenharia civil, pede ajuda ao governo. A alegação é que abrir vagas em engenharia civil sai caro. Segundo o Centro Universitário da FEI (ABC paulista), a construção de um laboratório custa R$ 2 milhões, ou quase 1.500 mensalidades, num curso com 900 estudantes ao ano. “Devido à queda na procura pelas vagas nas décadas passadas, quando o crescimento do país foi pequeno, muitas instituições têm receio de ampliar”, diz Rodrigo Capelato, diretor do Semesp (sindicato das universidades privadas de SP). “É uma área prioritária; a ampliação deveria ser puxada pelo setor público.” O MEC diz já estar em andamento um programa para expandir as vagas nas universidades federais, rede com a maior concorrência pelas vagas. Batizado de Reuni, o projeto prevê dobrar os postos nas instituições federais até 2018, considerando todos os cursos. A secretária de Ensino Superior do governo Lula, Maria Paula Dallari, diz haver prioridade para formar professores da educação básica e engenharias. Ainda não há balanço da expansão, iniciada em 2008. Além da necessidade de recursos, as faculdades veem outro problema para expandir. “O mercado está muito aquecido. Poucos preferem lecionar”, afirma o reitor do Instituto Mauá de Tecnologia, Otávio de Mattos Silvares.