22/09/2011 / Em: Clipping

 


Terminam amanhã as inscrições para o vestibular 2012 da Unicamp   (UOL – Vestibular – 22/09/11)

Terminam na sexta-feira (23), às 20h, as inscrições para o vestibular 2012 da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Os candidatos têm que se inscrever pelo “[site]”:  https://www.comvest.unicamp.br/vest2012/inscricao.html da Comvest (Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp). O valor da taxa é de R$ 128. Serão oferecidas 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto). O Kit do Vestibulando –Manual do Candidato e Revista do Vestibulando– é gratuito e estará disponível para consulta e impressão também no site da Comvest. Os candidatos beneficiados com a isenção do pagamento da taxa de inscrição não são automaticamente inscritos no vestibular.



Unicamp recebe inscrições para o vestibular 2012 até sexta-feira  (IG – Educação – 21/09/11)

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, recebe inscrições para o seu vestibular 2012 até sexta-feira, dia 23. Os interessados devem preencher um formulário disponível no site da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest). O Vestibular Unicamp 2012 oferece 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp (Faculdade de Medicina e Enfermagem de São José do Rio Preto). A taxa de inscrição é de R$ 128. O Kit do Vestibulando (Manual do Candidato e Revista do Vestibulando) é gratuito e estará disponível para consulta e impressão no site.

Redação vale muito na nota do Enem, mas pouco na prova e correção

O peso da redação nas médias das escolas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010 é a polêmica da vez em relação à avaliação. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), neste ano, para divulgar as notas dos colégios, somou as quatro provas (180 questões), dividiu-as por quatro, somou este resultado com a nota da redação e dividiu por dois. Assim, as 180 questões tiveram quase o mesmo peso que a redação. Concordo plenamente que a elaboração de um texto tem o potencial de avaliar muito melhor se o aluno deve seguir para o ensino superior e se desenvolveu conteúdos, competências e habilidades no ensino médio do que questões alternativas. Essa capacidade de avaliação, porém, só se daria em uma situação de valorização da redação durante a realização do Enem, com tempo hábil para que o aluno se dedicasse a ela, uma banca de corretores de qualidade uniforme, uma lista de critérios objetivos para a correção dos textos, o acompanhamento altamente qualificado do exame, com transparência e a correlação com os demais usos dados à nota. No Enem não temos essa situação.



Unicamp encerra inscrições para vestibular na sexta-feira  (O Estado de S.Paulo – Educação – 21/09/11)

Termina às 20h desta sexta-feira, 23, o prazo para inscrição no vestibular 2012 da Universidade Estadual de Campinas. Os interessados devem se candidatar exclusivamente pela internet, no site da Comvest (https://www.comvest.unicamp.br). A taxa é de R$ 128. São oferecidas 3.444 vagas em 66 cursos de graduação da Unicamp e dois da Faculdade de Medicina e Enfermagem de São José do Rio Preto (Famerp). O manual do candidato está disponível para consulta e impressão na página eletrônica da Comvest. No site, também é possível encontrar a lista de estudantes beneficiados com a redução parcial da taxa de inscrição. A primeira fase do processo seletivo será realizada em 13 de novembro e a segunda etapa, nos dias 15, 16 e 17 de janeiro de 2012. As provas vão seguir o mesmo formato do último vestibular. Na primeira fase, os candidatos terão de responder a 48 questões de múltipla escolha sobre todas as disciplinas do ensino médio e produzir três redações de gêneros diversos. A segunda etapa é dividida em três dias consecutivos. Todas as provas são discursivas. Em 15 de janeiro, os estudantes vão fazer os exames de língua portuguesa e literatura e de matemática. No dia 16, as provas de ciências humanas e artes e de língua inglesa. No terceiro dia caem questões de ciências da natureza.

Após crescer durante 6 anos, matrícula no ensino superior cai 11,6% no País  (O Estado de S.Paulo – Vida& – 22/09/11)

Caiu o número de ingressantes no ensino superior brasileiro.  Em relação a 2008, houve uma diminuição de 11,6% nas matrículas em 2009, ano do último Censo da Educação Superior. O estudo, feito pelo Observatório EAD, considera os cursos de graduação presenciais e a distância. O levantamento, que elenca os números a partir do ano de 2002, mostra que a queda da matrícula nos cursos presenciais em 2009 já era anunciada nos anos anteriores, quando se verificava diminuição na taxa de crescimento. No caso dos cursos a distância,eles mostraram crescimento cada vez maior até 2008, mas, no último ano avaliado,2009, acompanharam a tendência e caíram 28% (mais informações nesta página). Essa queda vai na contramão de uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), em trâmite no Congresso, que prevê que 30% da população de 18 a 24 anos esteja na universidade. Hoje, dos 24 milhões de habitantes nessa faixa etária, apenas 3 milhões estão matriculados no ensino superior, 13% do total. Para o pesquisador Naercio Menezes Filho, do Insper, a queda é resultado de uma série de fatores que funcionam em cadeia. Segundo ele, menos pessoas chegam à universidade porque há um menor contingente que sai do ensino médio e isso é resultado de menos egressos na educação fundamental. “Esse porcentual vai mudar apenas se conseguirmos diminuir a repetência no fundamental, baixar a evasão no ensino médio e ampliar as opções de financiamento”,explica.Menezes também acredita que a queda pode estar relacionada à opção por um curso técnico, já que há uma demanda crescente por profissões como eletricista,mecânico e carpinteiro. Para Carlos Monteiro, da CM Consultoria, a queda reflete uma desilusão em relação à formação universitária. Para ele,depois do “boom” do início da década, muita gente percebeu que só o diploma não dá condições deter uma ascensão rápida. “Houve um tempo em que preço baixo seduzia. Hoje, isso não acontece mais. A classe C percebeu que o mercado quer profissionais com competências e habilidades e isso não se resolve com um diploma.” Uma desilusão que não apenas acomete os ingressantes, mas também reflete nos altos índices de evasão no decorrer da graduação. Crise. Na visão do diretor executivo do Sindicato das Entidades de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado de São Paulo (Semesp), Rodrigo Capelato, a queda foi uma questão contingencial. No caso da educação a distância, reflete a rigidez na regulação. “Depois de um crescimento desordenado, a fiscalização aumentou e ficou mais difícil credenciar novos polos”, afirma. Em relação aos presenciais, Capelato acredita que o índice negativo em 2009 foi resultado da crise econômica mundial daquele ano. Uma tendência que, segundo projeção do Semesp, já foi revertida. “Estimamos que o número de ingressantes tenha aumentado 4% em 2010 e 4,5% em 2011.  ”Mas esse crescimento, no entanto,não é suficiente par alcançar a meta. Para ter 30% dos estudantes de 18 a 24 anos na universidade é preciso também diminuir a evasão. Só nas particulares de São Paulo, o índice é de 27%. O que já se tem garantido para a meta do governo é o espaço físico. Atualmente, quase 50% das vagas ficam ociosas. “Carteiras temos para garantir os 30%, faltam interessados”, diz Capelato. Metodologia. Por meio da assessoria de comunicação, o Ministério da Educação disse que a diminuição de ingressantes é resultado de uma nova metodologia implementada no questionário do censo. Para impedir que as universidades inflassem seu número de alunos, o sistema mapeou os novos estudantes a partir dos seus CPFs. A queda, portanto, mostra os números reais. Por esse novo sistema,que impede estudantes fantasmas,o MEC afirma que o censo de 2010 vai mostrar que a taxa de evasão é menor do que se supunha.



Período de inscrições para o Vestibular 2012 da Unicamp termina nesta 6ª  (EPTV – Virando Bixo – 21/09/11)

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) encerra nesta sexta (23) as inscrições para o Vestibular 2012. Os candidatos devem preencher o formulário disponível no site www.comvest.unicamp.br. A taxa de inscrição é de R$ 128. O Kit do Vestibulando, contendo o Manual do Candidato e a Revista do Vestibulando, é gratuito e está disponível para consulta e impressão também na página eletrônica da Comvest. Neste concurso, são oferecidas 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp (Faculdade de Medicina e Enfermagem de São José do Rio Preto). A 1ª fase será realizada em 13 de novembro e a 2ª, nos dias 15, 16 e 17 de janeiro. Nesta edição, o vestibular manterá o mesmo formato de provas lançado no ano passado.



Terminam amanhã as inscrições para o vestibular 2012 da Unicamp  (Folha Online – Educação – 22/09/11)

Terminam na sexta-feira (23), às 20h, as inscrições para o vestibular 2012 da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Os candidatos têm que se inscrever pelo “[site]”:  https://www.comvest.unicamp.br/vest2012/inscricao.html da Comvest (Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp). Unicamp divulga lista de isentos da taxa do vestibular 2012O valor da taxa é de R$ 128. Serão oferecidas 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto). O Kit do Vestibulando –Manual do Candidato e Revista do Vestibulando– é gratuito e estará disponível para consulta e impressão também no site da Comvest. Os candidatos beneficiados com a isenção do pagamento da taxa de inscrição não são automaticamente inscritos no vestibular.



Unicamp recebe inscrições até esta sexta-feira para o seu vestibular 2012  (O Globo On Line – Educação – 22/09/11)

As inscrições para o vestibular 2012 da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) terminam nesta sexta-feira (23). Os interessados devem se cadastrar pela internet . A taxa custa R$ 128. São oferecidas 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp (Faculdade de Medicina e Enfermagem de São José do Rio Preto).  A prova da primeira fase será aplicada no dia 13 de novembro e a segunda etapa acontece entre os dias 15 e 17 de janeiro de 2012. A lista de convocados para a segunda fase e os locais de realização dos exames serão divulgados em 20 de dezembro. As provas de habilidades específicas serão aplicadas entre os dias 23 e 26 de janeiro de 2012. As provas serão no mesmo formato do ano passado.



Unicamp encerra inscrição amanhã  (Jornal Agora – Dicas – 22/09/11)

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) recebe até as 20h de amanhã as inscrições para o seu vestibular. Os candidatos devem fazer o cadastro pelo site da Comvest. São oferecidas 3.444 vagas em 66 cursos. A taxa de inscrição é de R$ 128. O candidato deve se lembrar de que não haverá prazo extra para efetuar o pagamento da taxa de inscrição. Pagamentos agendados devem ser acompanhados para evitar a falta de saldo na data de cobrança. Antes de pagar pela internet, confira as datas de compensação com o seu banco –alguns permitem o pagamento pela internet mesmo após as 20h. Além dos cursos da Unicamp, o candidato poderá concorrer também às vagas da Famerp (Faculdade de Medicina e Enfermagem de São José do Rio Preto). O prazo para fazer alterações no cadastro, como as opções de curso e os dados pessoais, também vai acabar amanhã, no mesmo horário.

Calendário

A primeira fase será realizada no dia 13 de novembro, e, a segunda fase, entre os dias 15 e 17 de janeiro do ano que vem. A primeira chamada será no dia 6 de fevereiro do próximo ano. A matrícula será no dia 9 do mesmo mês.



Inscrições para o Vestibular Unicamp 2012 entram na reta final  (Terra – Vestibular – 22/09/11)

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) encerra às 20h de sexta-feira as inscrições para o vestibular 2012. Os interessados devem se candidatar pela internet, no site www.comvest.unicamp.br. A taxa é de R$ 128. A primeira fase será realizada no dia 13 de novembro e a segunda fase, nos dias 15, 16 e 17 de janeiro. Na primeira etapa, a prova terá duas partes: a redação, em que o candidato será solicitado a produzir três textos de gêneros diversos, todos de execução obrigatória, e a parte de conhecimentos gerais, com 48 questões de múltipla escolha.



Universidades públicas do Brasil já possuem 110 mil alunos cotistas (Jornal de Brasília – Blog Igualdade Racial – 20/09/11)

O Senado Federal debateu ontem segunda-feira (19), os dez anos de implantação de sistemas de cotas raciais no ensino superior, que começou em 2001, voltada para as universidades estaduais do Rio de Janeiro. Segundo levantamento da ONG Educafro, 110 mil negros foram beneficiados pelos sistemas de cotas e tiveram acesso a universidades públicas do país nesses anos. Para os participantes do debate, as ações afirmativas mostraram-se bem-sucedidas ao promover a inclusão significativa da população negra no ensino superior público. A UnB foi a primeira universidade federal a implantar o sistema e recebeu homenagens pelo pioneirismo durante o debate. Para o reitor, a UnB tem o mérito de ter construído a própria política, que garante 20% das vagas para estudantes negros desde 2004. “Não dependeu de determinação externa, nem de leis. Foi uma criação da própria comunidade”, ressaltou. “A UnB já possui 5.396 alunos negros que ingressaram no vestibular por meio do sistema de cotas e o que se verifica é que a diferença entre as notas dos estudantes cotistas e não-cotistas é percentualmente insignificante”. José Geraldo ressaltou ainda que a evasão entre os cotistas é menor. “A universidade ficou mais colorida depois que adotou o sistema”. O reitor destacou a identidade étnica da Universidade de Brasília, que acredita “ser mais fiel ao o recorte social amplo”. “Do ponto de vista cultural, a UnB ganhou relevância temática nas discussões e nos temas que circulam no ambiente acadêmico”, pontuou. “Nós, com isso, realizamos uma projeção de presença na sociedade de um contingente que contribui pra o desenvolvimento e que, antes, estava excluído dessa participação”. Estavam presentes também os senadores Paulo Paim (PT-RS), Marinor Brito (PSOL-PA) e Paulo Davim (PV-RN), o diretor-executivo da Educafro, Davi Santos, a secretária de Políticas Afirmativas da Presidência da República, Anhamona Silva de Brito, a diretora de Gestão Acadêmica da Universidade do Estado do Mato Grosso (Unemat), Elisângela Moreira da Costa, o secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação, Luiz Cláudio Costa. Luiz Cláudio Costa manifestou apoio às ações afirmativas e demonstrou a preocupação do MEC em manter esses estudantes nas universidades, com a destinação de R$ 505 milhões por ano para políticas de assistência estudantil. Segundo o secretário, o ensino superior do Brasil forma atualmente um milhão de pessoas por ano, 700 mil a mais do que em 2002, quando a marca era de 300 mil formados. A diretora de Gestão Acadêmica da Unemat, Elisângela Patrícia Moreira da Costa, afirmou que a instituição já nasceu “com a marca da inclusão”, porque surgiu em 1978, no interior do estado, como Instituto de Ensino Superior de Cáceres. Virou universidade em 1993 e adotou o sistema de cotas a partir de 2004. Segundo a diretora, a universidade acompanha o desenvolvimento dos cotistas desde a inscrição no vestibular até a formatura. Quando a mesa abriu o debate para o público, a militante do movimento negro Solange Aparecida Ferreira de Campos, a primeira brasileira beneficiada com bolsa do Prouni, relatou a experiência dela com as cotas. Solange entrou para o curso de Gastronomia na Universidade Anhembi Morumbi, uma instituição privada, quando já tinha 45 anos, e formou-se em 2008. Na opinião dela, é obrigação dos governantes brasileiros apoiar o acesso à educação da população negra. “Nossos ancestrais negros deram o sangue por esse país”, afirmou. “Se tivemos força para levar chibatadas nas costas, também temos força, competência e capacidade para ocupar qualquer cargo e exercer qualquer atividade e trabalho”.