22/10/2008 / Em: Clipping

 


Confira a relação candidato/vaga no vestibular 2009 da Unicamp

Processo seletivo tem 49.287 candidatos inscritos.
Curso de medicina é o mais concorrido, com 78,8 por vaga.

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) divulgou a relação candidato/vaga do vestibular 2009. Segundo a Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest), o curso mais concorrido é o de medicina – unicamp, com 78,8 candidatos por vaga, seguido de medicina – Famerp (48,4 candidatos por vaga), arquitetura e urbanismo (47,6 candidatos por vaga) e Ciências Biológicas (32,7 candidatos por vaga).

O processo seletivo teve 49.287 inscritos. O número de candidatos é um pouco menor do que o do vestibular passado, quando 49.477 estudantes haviam se candidatado. Para o vestibular 2009, são oferecidas 3.434 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp).

Os locais de prova da primeira fase serão divulgados dia 6 de novembro em www.comvest.unicamp.br.




Unicamp tem quase 50 mil inscritos no vestibular

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) registrou 49.287 inscritos para o Vestibular 2009. As inscrições se encerraram dia 07 de outubro. No ano passando 49.477 estudantes haviam se candidatado. Para o Vestibular 2009, são oferecidas 3.434 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp – Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto.

A Comvest está divulgando a relação candidatos-vaga em cada curso. Medicina – Unicamp, com 78,8 candidatos por vaga, é o mais concorrido, seguido de Medicina – Famerp (48,4 c/v), Arquitetura e Urbanismo (47,6 c/v) e Ciências Biológicas (32,7 c/v). A tabela completa com a concorrência está disponível na página eletrônica da Comvest. Os locais de prova da primeira fase serão divulgados dia 06 de novembro em www.comvest.unicamp.br.



Medicina é o curso mais concorrido no vestibular da Unicamp; quase 50 mil estão inscritos

Da Redação
Em São Paulo

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) divulgou nesta quarta-feira (22) a concorrência do vestibular 2009. O curso de medicina é o mais disputado, com 78,8 candidatos por vaga. Na sequência, está o curso de medicina da Famerp (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto), com 48,4 c/v.

O terceiro mais concorrido é o curso de arquitetura e urbanismo (47,6 c/v), seguido por ciências biológicas (32,7 c/v). O curso com menor concorrência é engenharia de manufatura, com 1,5 c/v. Confira a concorrência dos outros cursos.



Veja a relação candidato/vaga do Vestibular 2009 da UNICAMP

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) registrou 49.287 inscritos para o Vestibular 2009. As inscrições se encerraram dia 07 de outubro. No ano passando 49.477 estudantes haviam se candidatado. Para o Vestibular 2009, são oferecidas 3.434 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp – Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto.

A Comvest está divulgando a relação candidatos-vaga em cada curso. Medicina – Unicamp, com 78,8 candidatos por vaga, é o mais concorrido, seguido de Medicina – Famerp (48,4 c/v), Arquitetura e Urbanismo (47,6 c/v) e Ciências Biológicas (32,7 c/v). A tabela completa com a concorrência está disponível na página eletrônica da Comvest: www.comvest.unicamp.br. Os locais de prova da primeira fase serão divulgados dia 06 de novembro.



Aula a distância durante o Ensino Médio é polêmica

Especialistas divergem sobre os efeitos no aprendizado nessa faixa etária

Renan Magalhães
DA AGÊNCIA ANHANGÜERA
renan.santos@rac.com.br

O Conselho Estadual de Educação de São Paulo aprovou na última sexta-feira, por meio de uma deliberação publicada no

Diário Oficial do Estado, que até 20% das aulas de Ensino Médio possam ser realizadas a distância. O método pode ser utilizado na rede pública, dependendo de determinação da Secretaria de Educação, ou em qualquer escola particular, de acordo com a vontade da instituição. A medida causa polêmica entre especialistas.

Na prática, 160 horas do total de 800 que compõem o ano letivo poderão ser feitas na modalidade semipresencial e a permissão se estende para qualquer componente da grade curricular obrigatória. O documento autoriza a realização de atividades didáticas, módulos ou unidades de ensino centrados na auto-aprendizagem, com a utilização de recursos didáticos e suporte de tecnologias de informação e comunicação remota.

O texto apresentado pela deliberação justifica a medida como forma de “chamar a atenção para uma metodologia que pode e deve ser estimulada para promover a melhor aprendizagem dos alunos, complementando conhecimentos com contextos mais reais e dinâmicos; promovendo a oferta de alternativas para a recuperação, reforço e avanços de alunos e até mesmo para promover a aprendizagem de uma segunda ou terceira língua ou de orientação e de educação profissional.”

O professor da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Sérgio Ferreira do Amaral, que trabalha com tecnologias educacionais, discorda da deliberação do conselho. “Ao invés de se pensar na melhoria do nível de educação dos alunos e na capacitação dos professores, o Estado aprova uma medida que flexibiliza ainda mais a freqüência escolar. É preocupante, já que muitos professores não estão preparados e nem possuem a didática adequada para lidar com esse tipo de tecnologia”, salienta.

Para Amaral, a metodologia de educação a distância que já é adotada em cursos do Ensino Superior e de pós-graduação não se aplica para alunos do Ensino Médio. “Eu não acredito que a formação inicial do aluno possa ser bem-sucedida se feita a distância. Acredito que a metodologia presencial é mais eficaz para essa faixa etária”, afirma.

Complementação

Já para a cientista social e educadora Mara Falvucci, que integra o grupo de estudos sobre ensino a distância da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), a medida pode ser benéfica se for implantada seguindo alguns critérios e com material de qualidade. “O ensino a distância pode ser importante como uma forma de complementação à aprendizagem. Acho que 20% da carga horária é um percentual razoável para que seja adotada nesta metodologia e isso já está previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional”, pondera.

No entanto, ela critica o comunicado da Secretaria de Estado da Educação de que o método ainda não deverá ser adotado no Ensino Médio na rede pública. “É uma contradição que o governo aprove tal resolução e não a coloque em prática. Seria uma forma de combater a grande evasão de alunos dessa faixa etária, já que muitos abdicam dos estudos porque também trabalham”, argumenta.

A reportagem tentou contato com o presidente do Conselho Estadual de Educação, Arthur Fonseca Filho, mas ele não retornou as ligações. De acordo com sua secretária, Fonseca Filho só irá se manifestar sobre o assunto numa coletiva de imprensa prevista para a próxima semana.

AS FRASES

“É uma boa oportunidade de melhorar o nível de qualidade do Ensino Médio da rede pública, que atualmente está muito aquém do desejável.”

MARA FALVUCCI
Integrante do grupo de estudos sobre ensino a distância da PUC-Campinas

“A medida vai favorecer para que os colégios particulares cortem os custos e pode afetar, inclusive, a remuneração dos professores.”

SÉRGIO FERREIRA DO AMARAL
Professor da Faculdade de Educação da Unicamp



Escolas de São Paulo poderão oferecer parte do ensino médio a distância

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Uma resolução aprovada na última semana pelo Conselho Estadual de Educação de São Paulo permitirá que as escolas de ensino médio ofereçam até 20% da carga horária na modalidade a distância. A medida só é aplicável ao estado e vale tanto para colégios públicos como particulares. Entretanto, a secretaria de educação de São Paulo já informou que a medida não será implementada nessa gestão por “não considerar a educação a distância adeqüada ao ensino médio”.

Para o presidente da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, a medida é “extremamente negativa” e “contraria todos o princípios educacionais”. “A eficiência da educação a distância é discutida até mesmo no caso da formação de professores, não tem nenhum sentido aplicá-la na educação básica”, argumenta.

O sociólogo aponta que a relação entre professor e aluno é fundamental para o desenvolvimento do estudante. “A escola não é só um espaço de acesso a conteúdos, mas de relações essenciais para o desenvolvimento do jovem como cidadão”, defende.

Cara aponta ainda que no estado de São Paulo, onde há meios suficientes para garantir a educação presencial, não é necessário investir nessa modalidade.

A especialista em educação a distância da Universidade de Brasília (UnB), professora Maria de Fátima Guerra, diz que vê a medida com “otimismo e preocupação”. “A educação a distância amplia possibilidades, mas ao mesmo tempo é preciso trabalhar os alunos, educar para isso. Há uma postura diferente para se trabalhar a distância, não são todos que tem esse perfil. É preciso ter muita disciplina e responsabilidade”, aponta.

Ao mesmo tempo, Maria de Fátima acha que a medida pode contribuir para diminuir o preconceito que existe hoje com a educação a distância, além de estimular a autonomia do aluno, permitindo que ele “assuma mais responsabilidade sobre o processo educativo”. Ela lembra que a modalidade não se resume a uma simples transposição do conteúdo para o ambiente virtual. “Até o material didático é diferente, é todo um procedimento diferenciado”, alerta.

Cara ressalta que o ensino médio, ao lado da educação infantil, é uma das etapas mais problemáticas do sistema educacional e precisa, antes de tudo, de uma reformulação. “Primeiro precisamos construir uma agenda nacional para o ensino médio para depois pensar em como utilizar ferramentas a distância como complemento do processo. O uso de tecnologias é extremamente positivo, desde que não substitua a missão do ensino médio”, avalia.

A presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apoesp), Maria Izabel Noronha, afirma que a resolução do conselho é precipitada e “inaceitável”. “Primeiro nós temos que avançar muito em termos de identidade do ensino médio. Na nossa avaliação, a educação básica não pode ser de forma alguma feita à distância. A relação entre professor e aluno ficaria quebrada”, acredita.

A Agência Brasil entrou em contato com o Ministério da Educação (MEC) que preferiu não se posicionar sobre o assunto alegando que os conselhos estaduais têm autonomia para tomar decisões.

Senado discute projeto sobre proibição de concursos e vestibulares aos sábados

Da Agência Brasil

Brasília – A Comissão de Educação e Cultura do Senado faz hoje (22), às 10h, audiência pública para discutir projeto de lei que proíbe a realização, aos sábados, de vestibulares, concursos públicos e disciplinas curriculares da administração pública direta e indireta, autárquica e fundacional.

O objetivo da proposta é respeitar os adventistas do sétimo dia e os seguidores de outras religiões que, de acordo com seus preceitos, dedicam os sábados exclusivamente às atividades religiosas.

Foram convidados para o debate o presidente da Associação Nacional de Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, Amaro Henrique Pessoa Lins; o diretor executivo da Confederação Israelita do Brasil, Luiz Sérgio Steinecke; o assessor jurídico da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação, Daniel Avelino; o presidente da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil, José Marioni; e o assessor jurídico da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Alcides Coimbra.



SENADO DISCUTE PROJETO SOBRE PROIBIÇÃO DE VESTIBULARES AOS SÁBADOS

Da Agência Brasil

Brasília – A Comissão de Educação e Cultura do Senado faz na manhã desta quarta-feira (22) audiência pública para discutir projeto de lei que proíbe a realização, aos sábados, de vestibulares, concursos públicos e disciplinas curriculares da administração pública direta e indireta, autárquica e fundacional.

O objetivo da proposta é respeitar os adventistas do sétimo dia e os seguidores de outras religiões que, de acordo com seus preceitos, dedicam os sábados exclusivamente às atividades religiosas.