23/08/2010 / Em: Clipping

 


Educação,um terrível círculo vicioso  (O Estado de S.Paulo – Espaço Aberto – 23/08/10)

O problema da formação de pessoas no País é muito grave. Na creche e na pré-escola, atingimos um nível de atendimento correspondente apenas à metade do previsto no Plano Nacional de Educação (PNE), cujos dez anos de vigência se encerram em breve. No ensino fundamental, estamos atrasados mais de 20 anos em relação ao que nos propusemos na Constituição de1988, que o definiu como obrigatório: atualmente, uma em cada três crianças deixa o sistema educacional sem completá-lo. Ao final do ensino médio, a evasão já terá atingido cerca da metade das pessoas, situação muito pior do que nossa e a realidade econômica e demográfica exige e permite. Quanto ao ensino superior, não apenas não cumprimos o deliberado no PNE, como continuamos com taxas de atendimento próximas à metade da observada em muitos dos nossos vizinhos geográficos ou geopolíticos. Essa carência educacional se manifesta também, como não poderia deixar de ser, na formação de profissionais de nível superior.Vamos ver qual a nossa situação no caso de duas profissões para as quais há da dos internacionais disponíveis. (Segundo a Organização Mundial da Saúde, temos 17 médicos para cada 10 mil habitantes, número baixo da média dos países sul- americanos 19) e perto da metade do que têm Uruguai (39),Argentina(32) e México (29). No caso da engenharia, profissão indicadora das possibilidades de crescimento futuro de um país tem uma proporção de estudantes em relação à população total próxima da metade da de Índia, China, Argentina ou Chile Além dos indicadores quantitativos estarem aquém do necessário, temos carências qualitativas graves e má distribuição geográfica dos cursos e dos profissionais. Vamos ao caso de professores, cujos déficits são enormes: em algumas áreas de conhecimento a quantidade de novos licencia dos formados a cada ano é insuficiente sequer para repor o quadro se este estivesse completo e se a eficiência no aproveitamento dos formados fosse de 100%, o que não ocorre em nenhuma profissão em nenhum lugar do mundo. Por que isso?Como nas outras profissões, essa carência é causada pela pequena quantidade de formados no ensino médio e a pouca presença do setor público na oferta de cursos de graduação. Mas, no caso de professores, há outra causa mais marcante: a má perspectiva profissional, em especial quanto à remuneração. Os números falam por si. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2008, enquanto a renda mensal média na ocupação principal dos trabalhadores com nível superior completo era de aproximadamente R$ 3 mil, a renda média dos professores que têm formação superior e atuam nas redes estaduais ou municipais de educação básica (nas quais está a grande maioria dos estudantes e professores) variava na faixa de R$1mil a R$ 1.600, dependendo do vínculo administrativo (municipal ou estadual) e do nível em que ensinam. Esses valores estão mais próximos da renda dos trabalhadores com ensino médio, cerca de R$ 1mil mensais. Tal diferença salarial entre professores com formação superior e os demais trabalhadores também com mesmo nível educacional existe, com raríssimas exceções, em todos os municípios e Estados, inclusive no Estado de São Paulo. Não é, portanto, surpreendente que cerca da terça parte dos professores do ensino básico não tenha o nível superior, ou que as taxas de evasão nos cursos de licenciatura sejam altíssimas, ou que perto da metade dos cerca de 2milhões de potenciais professores com nível superior existentes no País não se dedique ao ensino. Não é também surpreendente o mau desempenho dos estudantes das redes públicas, com muitas “aulas vagas” e atendidas por professores sobrecarregados, em o fato de que muitos dos que concluem o ensino médio estejam insuficientemente preparados e motivados para continuar seus estudos e prover o País com os profissionais de que tanto precisa. Surpreendente seria observarmos o contrário disso. Como já apontado à exaustão, não há como corrigir nossos problemas educacionais sem um significativo aumento dos recursos públicos. Precisamos melhorar o desempenho dos estudantes e reduzir a evasão escolar, necessitamos de mais (e bons) profissionais em muitas áreas do conhecimento, os ambientes escolares precisam melhorar. Precisamos de mais professores e não podemos depender apenas de abnegados ou militantes, que sacrificam a vida pessoal em nome da educação escolar dos outros, não porque isso não seja bonito e louvável, mas porque não há abnegados em quantidade suficiente. Além disso, a qualidade de uma política pública, qualquer que seja, depende de pessoas bem preparadas e de recursos materiais, não de abnegados ou militantes. Professores bem preparados se motivados – embora não suficientes–, essa é condição necessária para se construir um sistema educacional sólido e eficiente. Como corolário, a ausência disso é suficiente para tornar inviável o sistema educacional.Como é esta última a situação que vivemos,vemos fechar-se um círculo vicioso terrível: a falta de professores e a sobre carga de trabalho são responsáveis pela educação infantil fraca e insuficiente, pela alta evasão e baixa qualidade no ensino básico, pelo pequeno número de jovens que concluem o ensino médio e,finalmente,pouca procura pelos cursos superiores fundamentais para a construção de um País soberano e que garanta a toda a população condições dignas de vida.

RESPECTIVAMENTE, PROFESSOR NO
INSTITUTO DE FÍSICA DA USP, EXPRESIDENTE
DO INEP E DA ASSOCIAÇÃO
DOS DOCENTES DA USP; PROFESSOR
DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS
DA USP DE RIBEIRÃO PRETO,
EX-DIRETOR DE TRATAMENTO E DISSEMINAÇÃO
DE INFORMAÇÕES EDUCACIONAIS
DO INEP; DOUTORANDO
EM ADMINISTRAÇÃO PELA FEA-USP
E GESTOR GOVERNAMENTAL DE FINANÇAS
E CONTROLE DE GOIÁS

Começam hoje as inscrições para as provas da Unicamp  (O Estado de S.Paulo – Vida& – 23/08/10)

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) abre hoje as inscrições para o vestibular 2011. Os candidatos têm até 8 de outubro para se inscrever, pagando taxa de R$ 120. O kit é gratuito e está no site comvest.unicamp.br,  juntamente à ficha de inscrição.Neste ano, a prova da Unicamp vai mudar.O estudante terá de fazer três redações e deve enfrentar 48 questões de múltipla escolha na primeira fase.A segunda fase agora terá três dias – três provas de 24 questões dissertativas. A Unicamp também alterou o tempo do vestibular: a primeira fase terá cinco horas. Para a segunda, ficam mantidas quatro horas para cada prova.



Inscrições para vestibular da Unicamp começam nesta segunda (23)  (UOL – Vestibular – 23/08/10)

Começam hoje (23) as inscrições para o processo seletivo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). As inscrições, que vão até 8 de outubro, serão feitas por meio de formulário disponível na página da Comvest (Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp). Na mesma página, é possível baixar o manual. A taxa de inscrição é de 120 reais. Serão oferecidas 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto). A primeira fase do exame vai acontecer no dia 21 de novembro e o resultado com a lista de convocados para a segunda fase será divulgado em 20 de dezembro. A segunda fase será realizada nos dias 16, 17 e 18 de janeiro. Já as provas de aptidão serão aplicadas em Campinas, de 24 a 27 de janeiro. A lista de convocados em primeira chamada será divulgada em 7 de fevereiro.



Vestibular 2011 da Unicamp inicia prazo de inscrição (SejaBixo – Mural – 23/08/10)

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp, Comvest, inicia nesta segunda-feira, dia 23 de agosto, as inscrições para o Vestibular Nacional Unicamp 2011. A grande novidade é que o Vestibular Unicamp vai mudar, a partir da edição deste ano. Os candidatos terão até o dia 8 de outubro para se inscrever. O formulário de inscrição estará disponível em www.comvest.unicamp.br. A taxa de inscrição é de 120 reais. O Vestibular Unicamp 2011 oferece 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto). O Kit do Vestibulando (Manual do Candidato e Revista do Vestibulando) é gratuito e estará disponível para consulta e impressão na página eletrônica da Comvest – www.comvest.unicamp.br. As principais mudanças são no formato das provas da primeira e da segunda fase.



Inscrições para vestibular da Unicamp começam segunda-feira (IG – Educação – 20/08/10)

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) abre na próxima segunda-feira (23) inscrições para o vestibular 2011. Os candidatos terão até o dia 8 de outubro para se inscrever pelo site www.comvest.unicamp.br e pagar a taxa de inscrição de R$ 120. O Vestibular Unicamp 2011 oferece 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto). O Kit do Vestibulando (Manual do Candidato e Revista do Vestibulando) é gratuito e estará disponível para consulta e impressão no site da Comvest.



Vestibular da Unicamp recebe inscrições a partir desta segunda-feira  (EPTV – Virando Bixo – 23/08/10)

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) recebe a partir desta segunda-feira (23) as inscrições para o vestibular Unicamp 2011. O prazo termina em 8 de outubro. As inscrições devem ser feitas no site da Comvest. A taxa custa R$ 120. O vestibular Unicamp 2011 oferece 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp). O kit do vestibulando (Manual do Candidato e Revista do Vestibulando) é gratuito e está disponível para consulta e impressão no site da Comvest. Neste ano haverá mudanças no formato das provas. Na primeira fase, no dia 21 de novembro, o candidato terá de produzir três textos de gêneros diversos, todos de execução obrigatória. O número de questões passará de 12 questões dissertativas para 48 questões de múltipla escolha. Serão 12 questões de matemática, 18 de ciências humanas e artes, e 18 de ciências da natureza. A segunda fase passará a ser realizada em três dias (16, 17 e 18 de janeiro de 2011) e não mais em quatro. Serão aplicadas três provas de 24 questões dissertativas em cada.



Unicamp  começa r eceber  incrições  para  o vestibular  (Cosmo On  Line – Educação – 23/08/10)

Estão abertas a partir desta segunda (23) e terminam no dia 8 de outubro as inscrições para o processo seletivo 2011 da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O valor da taxa é de R$ 120,00, e as inscrições devem ser feitas somente pela internet, por meio do endereço eletrônico www.comvest.unicamp.br. Estão sendo oferecidas 3.320 vagas distribuídas em 66 cursos de graduação. Além disso, são oferecidas 124 vagas para os cursos de Medicina e Enfermagem da Faculdade de Medicina de Rio Preto (Famerp), totalizando 3.444 vagas.  A primeira fase do vestibular da Unicamp será realizada no dia 21 de novembro. A segunda fase será entre os dias 16 e 18 de janeiro de 2011. O tempo máximo de permanência na prova será de cinco horas. A divulgação da lista de convocados na primeira chamada será no dia 7 de fevereiro de 2011. No ano passado, o vestibular da Unicamp teve 55 mil estudantes inscritos.



Vestibular da Unicamp abre as inscrições hoje  (Correio Popular – Cidades – 23/08/10)

Estão abertas a partir de hoje e terminam no dia 8 de outubro as inscrições para o processo seletivo 2011 da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O valor da taxa é de R$ 120,00, e as inscrições devem ser feitas somente pela internet, por meio do endereço eletrônico www.comvest.unicamp.br. Estão sendo oferecidas 3.320 vagas distribuídas em 66 cursos de graduação. Além disso, são oferecidas 124 vagas para os cursos de Medicina e Enfermagem da Faculdade de Medicina de Rio Preto (Famerp), totalizando 3.444 vagas. A primeira fase do vestibular da Unicamp será realizada no dia 21 de novembro. A segunda fase será entre os dias 16 e 18 de janeiro de 2011. O tempo máximo de permanência na prova será de cinco horas. A divulgação da lista de convocados na primeira chamada será no dia 7 de fevereiro de 2011. No ano passado, o vestibular da Unicamp teve 55 mil estudantes inscritos.

Mudanças

O vestibular da Unicamp passou por mudanças com o objetivo de reforçar um perfil de aluno com qualidade de escrita. A prova da primeira fase será composta de 48 questões de múltipla escolha e três redações obrigatórias, totalizando 96 pontos. Cada redação valerá 16 pontos. Esta é a primeira vez que testes fazem parte do vestibular da universidade. Para apresentar o novo formato do vestibular, a Unicamp realizou no primeiro semestre, oficinas de redação e um simulado aberto para que os estudantes pudessem ter uma ideia do que seria cobrado nas provas.

Unicamp: redação valerá 50% da nota  (Correio Popular – Cidades – 21/08/10)

As três redações obrigatórias previstas no novo formato do vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) darão a metade da pontuação da prova da primeira fase do processo seletivo, cujas inscrições começam na segunda-feira e vão até o dia 8 de outubro. Dos 96 pontos possíveis na primeira fase, que será realizada em 21 de novembro, 48 estão reservados às três redações, sendo 16 pontos para cada uma. A outra metade será dada por 48 questões de múltipla escolha, testes que pela primeira vez fazem parte do formato do vestibular da Unicamp, que desde 1986 cobrava 12 questões dissertativas de todas disciplinas e uma redação. Além de representar metade da pontuação da primeira fase, as redações devem tomar metade do tempo do candidato. O tempo máximo de permanência na prova é de cinco horas. Com as mudanças, a Unicamp pretende reforçar um perfil de aluno com boa qualidade na escrita e fugir às fórmulas redacionais treinadas por cursinhos e escolas, que em geral tinham como modelo o texto dissertativo. No simulado para apresentar o novo formato, a universidade pediu três tipos de textos diferentes, entre eles uma carta. “O que a Unicamp discutiu por mais de seis meses foi se era possível desenvolver um exame que, além de avaliar, mandaria uma mensagem um pouco diferente”, diz Renato Pedrosa, coordenador da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest). Apesar de obrigar o vestibulando a fazer mais redações, o processo seletivo não vai estipular tamanho mínimo para os textos. “Cada estudante receberá uma folha inteira para cada texto. De acordo com a proposta, podem sair textos mais curtos ou mais longos. Imaginamos duas horas e meia para as redações ou 50 minutos por texto, o que equivale ao tempo de uma aula”, afirma o coordenador da Comvest. Dirigentes de cursinhos preveem problemas para os estudantes quanto à administração do tempo na hora do exame. “O problema da primeira fase vai ser o controle do tempo. Três minutos por teste e 50 minutos por redação. Seja como for, é um ritmo intenso e é fácil se perder. Precisa ficar muito atento e, se não houver organização, o vestibulando não vai conseguir concluir a prova”, diz Edmilson Motta, coordenador do Etapa, de São Paulo. As novas normas fixaram a segunda fase em três dias, entre 16 e 18 de janeiro de 2011, reunida em grandes áreas do conhecimento, com pesos diferentes de acordo com a carreira escolhida.
Para apresentar o novo formato do vestibular, a Unicamp realizou, no primeiro semestre, oficinas de redação e organizou um simulado aberto a todos os estudantes no qual foi dada uma ideia do que pode ser cobrado nas provas. Nesse simulado, disponível no site da Comvest (www.comvest.unicamp.br), foram pedidas tarefas redacionais bem diferentes, como a criação de uma entrevista, a redação de uma carta e a elaboração de um texto opinativo, um editorial. Para cada um, existiu um enunciado e um texto-base diferente. “A ideia é que sejam propósitos e formatos de interlocução diferentes. Para isso, tem de ser texto diferente, inclusive para avaliar se a pessoa é capaz de ler textos em formatos distintos”, afirma o professor Renato Pedrosa, coordenador do vestibular da Unicamp. “A gente está avaliando muitas coisas ao mesmo tempo e essa era a ideia: ampliar a abrangência da avaliação”, disse. Foram 16 mil inscritos para o simulado e a comissão para o vestibular teve de realizar um sorteio para escolher os participantes, que tiveram a prova corrigida. As provas dessa prévia, a lista de livros pedidos no processo seletivo e as explicações sobre as mudanças estão disponíveis na página da Comvest. No ano passado, o vestibular da Unicamp teve 55 mil estudantes inscritos. (Da Agência Estado)

O NÚMERO

3 DIAS é a quantidade de tempo em que serão realizadas as provas da segunda fase do vestibular.



Inscrição para Unicamp começa hoje  (Diário do Povo – Cidade – 23/08/10)

As inscrições para o Vestibular Nacional 2011 da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) têm início hoje. O prazo vai até o dia 8 de outubro, com a taxa custando R$ 120. O formulário de inscrição está disponível no site www.comvest.unicamp.br. São oferecidas 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto). O kit do vestibulando (manual do candidato e revista do vestibulando) é gratuito e estará disponível para consulta e impressão na página da Comvest. As principais mudanças no Vestibular 2011 são no formato das provas da primeira e da segunda fase. A partir deste ano, na primeira fase, o candidato será solicitado a produzir três textos de gêneros diversos, todos de execução obrigatória. O número de questões passará de 12 questões dissertativas para 48 questões de múltipla escolha. Elas serão elaboradas com base nos conteúdos das diversas áreas do conhecimento desenvolvidas no Ensino Médio segundo a seguinte distribuição: 12 questões de Matemática; 18 questões de Ciências Humanas e Artes; e 18 questões de Ciências da Natureza. A segunda fase passará a ser realizada em três dias e não mais em quatro. As provas da segunda fase, segundo a Comvest, serão agrupadas de maneira a estimular a avaliação integrada do conhecimento e a interdisciplinaridade na formulação das questões. Além das mudanças no formato das provas, há alterações de tempo e horário: a duração da prova da primeira fase passará de quatro para cinco horas. Já a duração da segunda fase está mantida em quatro horas a cada dia de prova. O acesso aos locais de provas será permitido até as 13 horas, tanto na primeira quanto na segunda fase.



Começa nesta segunda-feira inscrição para o vestibular 2011 da Unicamp (Folha de S.Paulo – Educação – 23/08/10)

Começam nesta segunda-feira as inscrições para o vestibular 2011 da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Os candidatos têm até o dia 8 de outubro para realizar a inscrição pelo site da Comvest (Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp). O valor da taxa é de R$ 120. Serão oferecidas 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto). O vestibular da Unicamp deste ano será diferente. As principais mudanças ocorrem no formato das provas da primeira e da segunda fase. Na primeira fase, o candidato terá que produzir três textos de gêneros diversos, todos obrigatórios. O número de questões passará de 12 questões dissertativas para 48 questões de múltipla escolha, sendo 12 de matemática,18 de ciências humanas e artes e 18 de ciências da natureza.

Qualidade não vem por decreto (Folha de S.Paulo – Opinião – 23/08/10)

Há quem reclame que é preciso tematizar mais sobre a educação superior no âmbito das políticas públicas, embora estes mesmos não o façam de forma sistêmica e continuem defendendo interesses fragmentados e corporativos. O artigo 207 da Constituição Federal estabelece que “as universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão”. O postulado legal da autonomia universitária, consentâneo com a liberdade de pensamento e de iniciativa democráticas, reguladas pela evolução da demanda socioeconômica, tem sido ignorado pela intervenção normativa do governo. A Lei de Diretrizes e Bases estabelece, por exemplo, que a universidade deve ter pelo menos 1/3 de mestres e doutores, podendo os demais, portanto, ser especialistas. Os reguladores, contudo, passaram a exigir que esta proporção seja mantida para cada curso e campus. Na sequência, estabeleceram que os doutores tivessem peso 20 na avaliação institucional, e os mestres, apenas 5. A nota deste quesito na avaliação institucional agora depende também da relação do quadro da instituição com uma média regional, que ninguém conhece fora do MEC e que é inflacionada pelos quadros das universidades públicas, custeadas pelo contribuinte anônimo. Agora, preconizam 70% de mestres e doutores! Independentemente do mérito, é interessante como os reguladores se mostram à vontade para progressivamente circundar os postulados da lei. Ademais, confundem também os meios com os fins e, dessa forma, desviam o foco dos resultados de fato alcançados pelas universidades em termos da qualificação dos egressos. Caberia à universidade decidir e prover os meios para tanto, regulada pela demanda social que inclui a viabilidade de acesso da população, notadamente de menor renda, ao ensino superior. Quem não se vê atingido diretamente e não enxerga os efeitos desse intervencionismo aceita tudo e ainda aplaude. Resta ver como reagirá na medida em que a regulação o atingir, assim como reage a própria imprensa diante da ameaça à sua autonomia. Embora possa também cometer erros, não se justifica por isso a anulação de sua liberdade editorial. Não se trata, ainda, de negar o princípio e a validade da “indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão”, mas, sim, de discutir a natureza, origem, proporção, custo, aplicação e produtividade dos recursos envolvidos em cada um destes componentes, à luz de sua efetiva agregação de valor em termos do desenvolvimento educacional e socioeconômico, considerando sempre como questão de fundo a acessibilidade da população. Necessário, pois, é buscar, para além dos interesses corporativos, a melhor equação possível entre qualidade educacional, produção e socialização do conhecimento, democratização do acesso e desenvolvimento socioeconômico do país. É com esta equação que deveria se preocupar a política educacional e seu aparato regulatório.

ELLIS WAYNE BROWN, formado em ciências sociais e mestre em comunicação social, é vice-reitor da Uniban Brasil.


 
Candidatos já podem se inscrever para o vestibular da Unicamp (Tribuna de Santos – Educação – 23/08/10)

A Universidade de Campinas (Unicamp) abre inscrições para o vestibular 2011. Os candidatos terão até o dia 8 de outubro para se inscrever. O formulário de inscrição estará disponível no site www.comvest.unicamp.br. A Unicamp oferece 3.444 vagas em 66 cursos e dois cursos da Famerp (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto). O kit do vestibulando é gratuito e estará disponível para consulta e impressão na página eletrônica da Comvest. A partir deste ano, na primeira fase, o candidato será solicitado a produzir três textos de gêneros diversos, todos de execução obrigatória. O número de questões passará de 12 questões dissertativas para 48 questões de múltipla escolha. A duração da prova da primeira fase passará de quatro para cinco horas. A segunda fase passará a ser realizada em três dias e não mais em quatro. 



Unicamp abre inscrição (Agora – Dicas – 22/08/10)

O período de inscrições para o vestibular da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) começa amanhã e vai até o dia 8 de outubro. É importante que, desde já, os estudantes comecem a se preparar para as mudanças. Na redação, o candidato terá que produzir três textos de gêneros diferentes, todos obrigatórios. O texto de todos os estudantes será corrigido –até o ano passado, os avaliadores ignoravam a redação de quem não atingia a nota de corte–, e seu peso continua valendo metade da nota da primeira fase. “A Unicamp pretende mostrar que a escrita é uma prática social e que a redação é muito mais do que uma matéria escolar”, afirma Célia Passoni, professora de português do Etapa Vestibulares. “A Unicamp quer incentivar o aluno a ler todo o tipo de texto impresso”, diz Célio Tasinafo, diretor pedagógico da Oficina do Estudante. Além da redação, o Vestibular 2011 da Unicamp terá 48 questões de múltipla escolha, ao contrário das 12 questões dissertativas dos anos anteriores. “Segundo o simulado que a Unicamp aplicou, as questões estão mais elaboradas”, diz Edmilson Motta, coordenador de matemática do Etapa. Tasinafo ressalta que “todas as questões de múltipla escolha tiveram temas que já foram cobrados nos últimos quatro anos”.

Segunda fase

De acordo com a Comvest (Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp), a segunda fase vai trabalhar a interdisciplinaridade. “As perguntas tendem a ser mais contextualizadas e com textos maiores”, diz Motta. Outra novidade é a inclusão da filosofia e da sociologia nas questões do vestibular. “Ainda não dá para saber como essas ciências serão cobradas, mas elas não devem assustar o aluno”, afirma Tasinafo.



Unicamp abre inscrições para o vestibular 2011 nesta segunda-feira (23/8) (Correio Braziliense –  Eu, Estudante – 23/08/10)

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) vai abrir na próxima segunda-feira, dia 23 de agosto, as inscrições para o Vestibular Nacional Unicamp 2011. Os candidatos terão até o dia 8 de outubro para se inscrever. O formulário de inscrição estará disponível em www.comvest.unicamp.br. A taxa de inscrição é de R$ 120.
O Vestibular Unicamp 2011 oferece 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto). O Kit do Vestibulando (Manual do Candidato e Revista do Vestibulando) é gratuito e estará disponível para consulta e impressão na página eletrônica da Comvest. As principais mudanças são no formato das provas da primeira e da segunda fase. Apesar das alterações, o novo modelo de vestibular mantém os princípios que vêm norteando o processo seletivo da Unicamp desde o seu início, há 24 anos, e atualiza os pontos relativos aos programas das disciplinas e das áreas do conhecimento contemplados na estrutura atual do ensino médio. Além disso, aprimora o vestibular enquanto instrumento de seleção. A partir deste ano, na primeira fase, o candidato será solicitado a produzir três textos de gêneros diversos, todos de execução obrigatória.


 
Inscrições para vestibular da Unicamp começam hoje  (Diárioweb/S.José Rio Preto – Educação – 23/08/10)

As inscrições para o vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo, estão abertas a partir desta segunda-feira e vão até 8 de outubro. O formulário de inscrição está disponível no site www.comvest.unicamp.br. A taxa de inscrição custa 120 reais. O Vestibular Unicamp 2011 oferece 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e em dois cursos da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp). O Kit do Vestibulando (Manual do Candidato e Revista do Vestibulando) é gratuito e fica disponível para consulta e impressão na página eletrônica da Comvest também a partir desta segunda-feira. A partir deste ano, na primeira fase, o candidato deverá escrever três textos de gêneros diversos. O número de questões passará de 12 dissertativas para 48 de múltipla escolha. Essas questões serão elaboradas com base nos conteúdos das diversas áreas do conhecimento – 12 questões de Matemática; 18 de ciências humanas e artes; e 18 de ciências da natureza.



Inscrições para o vestibular começam hoje   (Jornal de Jundiaí – Educação – 23/08/10)

Estão abertas, a partir desta segunda-feira (23), as inscrições para o vestibular da Unicamp, em Campinas, no interior de São Paulo, e vão até o dia 8 de outubro. O formulário de inscrição está disponível no site www.comvest unicamp.br. A taxa de inscrição custa 120 reais. O Vestibular Unicamp 2011 oferece 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto). O Kit do Vestibulando (Manual do Candidato e Revista do Vestibulando) é gratuito e estará disponível para consulta e impressão na página eletrônica da Comvest também no dia 23. A partir deste ano, na primeira fase, o candidato deverá escrever três textos de gêneros diversos. O número de questões passará de 12 questões dissertativas para 48 questões de múltipla escolha. As questões de múltipla escolha da primeira fase serão elaboradas com base nos conteúdos das diversas áreas do conhecimento desenvolvidas no ensino médio segundo a seguinte distribuição: 12 questões de Matemática; 18 questões de Ciências Humanas e Artes; e 18 questões de Ciências da Natureza.



Unicamp começa a inscrever para três mil vagas  (Jornal dos Concursos – Vestibulando& – 23/08/10)

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) abriu as inscrições para o Vestibular Unicamp 2011. Os candidatos irão disputar uma das 3.444 vagas distribuídas entre 66 cursos da instituição e dois cursos da Famerp (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto). As inscrições serão encerradas em 8 de outubro e devem ser feitas nesta página eletrônica: www.comvest.unicamp.br. A taxa de participação custa R$ 120. Benefício – Um total de 4.777 candidatos será contemplado com a isenção da taxa de inscrição. Todos os estudantes que fizerem a solicitarem e preencherem os requisitos básicos (discriminados no site da Comvest) serão beneficiados. Para requerer redução parcial da taxa (50%), os interessados devem acessar o site da organizadora a partir de amanhã (24). O pedido pode ser feito até as 18 horas do dia 27 de agosto. Podem solicitar a redução candidatos que cumulativamente preencham os seguintes requisitos: sejam estudantes matriculados em uma das séries do ensino fundamental ou médio ou curso pré-vestibular ou curso superior (graduação e pós-graduação); e estejam desempregados ou recebam menos de dois salários mínimos por mês. Os documentos comprobatórios (relação disponível no site da Comvest) devem ser entregues, pessoalmente, no Ginásio Multidisciplinar da Unicamp, no dia 31 de agosto, das 9 às 20 horas. A lista com o nome dos contemplados será divulgada em 3 de setembro.



Vestibular da Unicamp recebe inscrições a partir desta segunda-feira (Globo.Com – G1 Vestibular – 23/08/10)

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) recebe a partir desta segunda-feira (23) as inscrições para o vestibular Unicamp 2011. O prazo termina em 8 de outubro. As inscrições devem ser feitas no site da Comvest. A taxa custa R$ 120. O vestibular Unicamp 2011 oferece 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp). O kit do vestibulando (Manual do Candidato e Revista do Vestibulando) é gratuito e está disponível para consulta e impressão no site da Comvest. Neste ano haverá mudanças no formato das provas. Na primeira fase, no dia 21 de novembro, o candidato terá de produzir três textos de gêneros diversos, todos de execução obrigatória. O número de questões passará de 12 questões dissertativas para 48 questões de múltipla escolha. Serão 12 questões de matemática, 18 de ciências humanas e artes, e 18 de ciências da natureza.



Inscrições para vestibular da Unicamp começam nesta segunda (Veja – Educação 23/08/10)

As inscrições para o vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) estão abertas a partir desta segunda-feira e vão até 8 de outubro. O formulário de inscrição está disponível no site da Comvest. A taxa de inscrição custa 120 reais. O Vestibular Unicamp 2011 oferece 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e em dois cursos da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp). O Kit do Vestibulando (Manual do Candidato e Revista do Vestibulando) é gratuito e fica disponível para consulta e impressão na página eletrônica da Comvest também a partir desta segunda. O processo deste ano apresenta algumas mudanças. Na primeira fase, o candidato deverá escrever três textos de gêneros diversos. O número de questões passará de 12 dissertativas para 48 de múltipla escolha. Essas questões serão elaboradas com base nos conteúdos das diversas áreas do conhecimento – 12 questões de Matemática; 18 de ciências humanas e artes; e 18 de ciências da natureza.