23/11/2015 / Em: Clipping

 


Unicamp tem vestibular de nível ‘médio’   (Correio Popular – Cidades – 22/11/15)

Professores e candidatos avaliaram que o grau de dificuldade da prova da primeira fase do Vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) não foi tão elevado e vai exigir um bom desempenho para avançar à segunda fase. Mais de 70 mil estudantes realizaram neste domingo (22) o exame, na disputa por uma das 3.320 vagas distribuídas em 70 cursos de graduação. Segundo a Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest), o gabarito será divulgado na terça-feira (24). Para Célio Tasinafo, diretor pedagógico da Oficina do Estudante, a prova teve dificuldade “mediana”. Ele avalia que a nota de corte para a segunda fase deve ser alta, “De um modo geral acho que a prova de humanas foi mais exigente, a prova de geografia foi bem elaborada. Mas no geral não foi uma prova tão difícil quanto a Fuvest, e nem tão trabalhosa quanto o Enem. O corte deve se manter alto, principalmente entre os cinco cursos mais concorridos (medicina, arquitetura e urbanismo, midialogia, biologia e engenharia civil”, destacou Tasinafo.



Para professores, prova da Unicamp 2016 foi ‘antiquada’, mas manteve nível do exame anterior   (Guia do Estudante – Vestibular – 22/11/15)

A primeira fase do vestibular 2016 da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aconteceu neste domingo (22), em 25 municípios do estado de São Paulo e no Distrito Federal. Foram quase 78 mil inscritos, com abstenção de 8,2%, somando 6.374 ausentes. Para os professores que analisaram a prova, o nível de dificuldade não sofreu alterações em relação ao ano passado – o que deve manter as notas de corte iguais. No entanto, algumas questões foram criticadas por parecerem “antiquadas” em relação aos padrões de prova mais recentes. Segundo Célio Tasinafo, coordenador pedagógico do cursinho Oficina do Estudante, a prova não estava mais difícil, mas mais bem feita do que o vestibular 2015. “As questões interdisciplinares estavam mais bem trabalhadas, feitas com cuidado”, explica. Além disso, os conteúdos estavam bem distribuídos entre cada disciplina, com um pouco de tudo: “em Matemática, por exemplo, tivemos desde questões sobre funções até questões sobre números complexos”, diz Célio. Já segundo o professor Paulo Moraes, diretor de ensino do Anglo Vestibulares, a prova parecia “uma colcha de retalhos”.


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Unicamp surpreende com prova mais clássica, avalia diretor de ensino do Anglo; dificuldade foi média   (R7 – Educação – 22/11/15)

Uma prova de dificuldade média e um pouco mais tradicional do que se esperava. Esta é a avaliação do professor Paulo Moraes, diretor de ensino do Anglo, a respeito do exame de primeira fase da Unicamp, realizado neste domingo (22). — O nível da prova foi semelhante à do ano passado, mas com oscilações. As questões de Física eram mais fáceis. Biologia, no entanto, foi mais difícil e muito conteudista. Moraes afirma que um dos fatores que causaram surpresa foi o tom um pouco mais clássico da prova. — A Unicamp sempre foi marcada por provas mais de vanguarda. Mas parece que, neste ano, deu-se um passo atrás. As questões eram mais estanques e não conversavam umas com as outras.



Para cursinhos, prova da Unicamp exigiu muita atenção dos candidatos  (Globo.Com – G1 Vestibular – 22/11/15)

A Unicamp aplicou neste domingo (22) a 1ª fase do vestibular 2016 para as 3.320 vagas em 70 cursos de graduação. Segundo a Comvest, organizadora do exame, a abstenção este ano foi de 8,2%, número superior a 2014, quando o percentual foi de 8%. Nesta primeira fase, os candidatos tiveram de responder 90 questões de múltipla escolha, sendo 14 questões de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, 14 questões de matemática, 9 questões de história e 9 questões de geografia (incluindo filosofia e sociologia), 10 questões de física, 10 questões de química, 10 questões de biologia, 8 questões de inglês, além de 4 questões interdisciplinares. Para saber o que foi cobrado dos candidatos, o G1 conversou com professores de três cursinhos pré-vestibulares. Confira as análises de cada um deles sobre a prova.

Candidatos dizem que 1ª fase da Unicamp teve ‘dificuldade média’   (Globo.Com – G1 Vestibular – 22/11/15)

A Unicamp aplicou neste domingo (22) a 1ª fase do vestibular 2016 para as 3.320 vagas em 70 cursos de graduação. O G1 conversou com estudantes, que avaliaram o exame como de “dificuldade média”. Para o estudante Gabriel Ferraz, de 17 anos, a prova estava “padrão Unicamp”. Ele tenta uma vaga no curso de administração. “Tava média, só que mais fácil que o Enem. Exatas estava mais difícil, matemática tava pior”, explica. O candidato Wellington Silva, de 18 anos, que prestou vestibular para o curso de artes visuais, também classificou a prova como “padrão Unicamp”. “Nem tão fácil, nem tão difícil. Para quem se preparou tava fácil. Cobraram muita literatura e química foi a mais difícil”, conta.  Já Yuri Diogo, de 19 anos, que prestou para filosofia, disse que a prova foi “tranquila”, desde que o candidato tivesse lido os livros pedidos. “Se estudou tava fácil. Pediram para ler muitos livros, se leu, tava traquila”, destaca. A candidata Lígia Marchiori, de 18 anos, que tenta uma vaga no curso de administração, disse que a prova foi fácil na área de humanas. “Mas, exatas foi bem difícil”, lembra.

Busca de estrangeiros por vestibular da Unicamp cresce 84,7% em 4 anos   (Globo.Com – G1 Vestibular – 21/11/15)

O número de estrangeiros inscritos no vestibular da Unicamp aumentou 84,7% desde 2012, segundo a comissão responsável por organizar o exame (Comvest). A universidade recebeu 401 fichas na atual edição, enquanto que naquele ano foram 217 candidatos. Entre as justificativas feitas por estudantes estão a busca por ensino de qualidade e vontade de ficar no Brasil. Um relatório de atividades da Unicamp, divulgado em março, indica que os cursos de graduação tinham 128 estudantes estrangeiros matriculados até 2014. Ao todo, foram verificados 30 países de origem e a maioria deles nasceu no Haiti, China, Cabo Verde, França, Coréia do Sul e Peru. Além disso, no mesmo ano havia outros 328 estrangeiros matriculados como alunos especiais, oriundos de 37 países. Neste caso, explicou a Comvest, eles não fizeram vestibulares, porém, foram autorizados a cursar disciplinas em algumas graduações quando há vagas. Neste caso, os principais países de origem dos estudantes são Argentina, Colômbia, Espanha, Japão e México. “De 2010 a 2015 a porcentagem de candidatos estrangeiros no vestibular teve pequenas variações. O aumento desta porcentagem no vestibular 2016 pode ser reflexo do aumento do número de estrangeiros vivendo no país verificado ao longo desta década, especialmente nos últimos dois anos”, avaliou o coordenador de pesquisa da Comvest, Jayme Vaz. O G1 solicitou à Vice-Reitoria Executiva de Relações Internacionais uma avaliação sobre o aumento de inscritos. Contudo, não houve resposta até a manhã deste sábado (21). A primeira fase do exame será aplicada na tarde deste domingo, para 77,7 mil candidatos.

Veja assuntos que todo vestibulando deve saber para a prova da Unicamp   (Globo.com – G1 Vestibular – 20/11/15)

Estar antenado nas notícias discutidas nos telejornais, redes sociais e revistas é um diferencial entre os candidatos que vão prestar o vestibular da Unicamp. Por isso, o G1 contou com a ajuda do diretor pedagógico de um curso pré-vestibular de Campinas (SP) para selecionar reportagens com os assuntos mais cotados para a prova deste domingo (22). Este ano são 77.760 inscritos que vão disputar 3.320 vagas distribuídas em 70 cursos de graduação. Para Célio Tasinafo, professor de história e diretor pedagógico da Oficina do Estudante, os temas atuais vão se desdobrar nas questões de várias disciplinas. “Ainda que não caiam questões específicas sobre atentado da França, alguma questão sobre terrorismo, conflitos entre povos muçulmanos, sunitas, xiitas pode ter.

Um em cada cinco inscritos na Fuvest 2016 é preto ou pardo, diz USP   (Globo.Com – G1 Vestibular – 19/11/15)

A Fuvest divulgou, nesta quinta-feira (19), os resultados do questionário socioeconômico feito com os mais de 142,6 mil inscritos no vestibular para vagas na Universidade de São Paulo (USP) e no curso de medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa. De acordo com a pesquisa, 4,7% dos candidatos se declaram pretos e 17,5%, pardos. No ano passado, a parcela de negros foi de 4% e de pardos, de 15,8%. Considerando a soma dos dois grupos, houve um crescimento de aproximadamente 10% na participação deles em relação ao vestibular anterior O número de candidatos da Fuvest que se autodeclaram brancos foi de 72,5%, a menor proporção em relação ao total em pelo menos cinco edições do vestibular da USP (veja o infográfico).



“Faltou contextualização”, dizem professores sobre prova da Unicamp   (UOL – Vestibular – 22/11/15)

Para os professores ouvidos pelo UOL, a prova da primeira fase da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) 2016 estava distante da realidade dos alunos, com pouca contextualização nas questões. “Eu não gostei da prova. Achei muito conteudista. Teve uma questão de biologia, por exemplo, que abordava a evolução e falava sobre os dentes de uns animais. Acho que na primeira fase poderia haver outro tipo de questão”, afirma Paulo Moraes, diretor de Ensino do cursinho Anglo. Moraes considerou a prova mediana.

Percentual de jovens negros no ensino médio dobra em 13 anos    (UOL – Educação – 19/11/15)

Mais da metade dos brasileiros de 15 a 17 anos que se autodeclaram pretos ou pardos estavam no ensino médio (51%) em 2014, segundo levantamento feito pelo Instituto Unibanco com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgada na semana passada. Em 2001, esse percentual era de 25%. No mesmo período, a proporção de jovens brancos no ensino médio cresceu 14 pontos percentuais – chegando a 65%. Em 2001, mais da metade (53%) dos alunos negros de 15 a 17 anos ainda estava estudando na primeira etapa da educação básica, ou seja, estavam atrasados em relação ao que era esperado para a sua faixa etária.



Unicamp tem dificuldade média em sua 1ª fase, dizem cursinhos   (Folha Online – Educação – 22/11/15)

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) realizou a primeira fase de seu vestibular neste domingo (22). Cursinhos pré-vestibulares consideraram que a prova teve nível de dificuldade médio.  De acordo com Paulo Moraes, diretor de ensino do Anglo Vestibulares, o exame também exigia leitura detalhada e atenta do candidato. “Acho, porém, que não houve uma uniformidade em relação às disciplinas. Há pouca contextualização nas questões. Parece que a prova foi pouco pensada como um todo”, comenta. Já Edmilson Motta, coordenador-geral do Etapa, ressalta que houve um avanço, em relação ao ano passado, na exploração do modelo de teste na primeira fase. “É o segundo ano com 90 testes. A prova estava mais abrangente e mais elaborada”, diz.  Célio Tasinafo, diretor pedagógico do cursinho Oficina do Estudante, também acredita que o exame teve uma exigência média, mas entende que as questões de humanas estavam mais complexas do que as de exatas e biológicas. “História cobrava muitos conteúdos. O aluno tinha que ter uma base de conhecimento bem ampla”, diz. Para Vera Lúcia da Costa Antunes, coordenadora do Objetivo, a primeira fase conseguiu diferenciar o aluno que estava preparado ou não. A coordenadora também avalia de forma semelhante a prova de história, que, para ela, está entre as mais difíceis, ao lado de química e português. Já para Edmilson Motta, coordenador geral do Etapa, os candidatos devem ter sentido maior dificuldade em geografia. “É uma prova bem montada que exige uma maior reflexão em cima das questões”, afirma. A prova de português chamou atenção por ser exigente e trabalhosa, deixando a gramática para um segundo plano e se atendo mais às questões sobre as obras de leitura obrigatória, como o conto “Amor”, de Clarice Lispector. “As questões sobre os livros não poderiam ser realizadas apenas com base em resumo. Elas não pediam aspectos tão particulares, mas também não eram tão genéricas”, comenta Célio Tasinafo, do cursinho Oficina do Estudante.  Já matemática se caracterizou pela abrangência. Abordou tópicos diversos e, segundo Motta, teve dificuldade adequada, com enunciados diretos.

Proposta de ministério que altera ensino de história causa reações   (Folha Online – Educação – 22/11/15)

Se a base nacional curricular proposta pelo Ministério da Educação passasse a valer hoje, as escolas de todo o país teriam de fazer uma mudança significativa no ensino de história, especialmente no ensino médio. Isso porque, atualmente, sem uma ementa “padrão” a ser seguida, as escolas se baseiam fortemente em uma “visão europeia” e cronológica da história: antiga, medieval, moderna e contemporânea –isso além de história do Brasil e da América. A nova proposta de currículo de história no ensino médio, elaborada por especialistas convidados pelo MEC, vai no sentido oposto. Dá ênfase, por exemplo, à história das Américas, da África e história indígena nos dois primeiros anos do ensino médio. História antiga europeia, como Grécia e Roma, ficariam em segundo plano. Nem sequer aparecem na proposta curricular do MEC. O projeto da proposta curricular ainda segue em discussão, de acordo com o MEC, pelo menos até o final do primeiro semestre de 2016.  Mesmo assim, já está tirando o sono dos acadêmicos mais conservadores e dividindo opiniões desde que foi lançado, no início de setembro. Hoje, as escolas públicas que oferecem ensino médio seguem diretrizes estaduais. As particulares têm liberdade de ensinar o que quiserem desde que não firam alguns princípios “básicos”, que são acompanhados por supervisores do governo estadual.  “Eu não poderia, hipoteticamente, ensinar princípios básicos da teoria nazista”, explica o historiador Silvio Freire, diretor do ensino médio do colégio Santa Maria. “No entanto, se quisesse excluir Idade Média do currículo de história, por exemplo, eu teria liberdade para fazer isso.”