25/02/2016 / Em: Clipping

 


Multi-instrumentista de 17 anos é aprovado em 10 cursos de medicina   (Globo.Com – G1 Vestibular – 25/02/16)

“De certo modo era um desafio que eu queria, porque eu sempre gostei de buscar desafios”, afirma o estudante de Campinas (SP) Gabriel Baron, de 17 anos, aprovado em cursos de medicina de dez universidades diferentes, sendo cinco delas públicas. Este ano o jovem foi aprovado na USP, Unicamp, Unesp, Unifesp e Universidade Federal Fluminense (UFF). “Eu imaginava que eu passaria em uma ou outra particular. Mas em pública, passar mesmo, não. A primeira que eu vi foi uma particular. Eu achava que eu seria aprovado, mas não tão bem, porque nela eu fui aprovado em 1º. Aí, eu simplesmente não acreditei. Fiquei um tempão tentando digerir isso”, conta.


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Correio Popular – Correio do Leitor – 24/02/16

Unicamp 1

Danilo Negreti
Func. público, Campinas

Parabenizo todos os novos alunos que entraram na Unicamp, principalmente os oriundos de escolas públicas. Na Coluna do Leitor de 23/02 fiquei chocado com o preconceito e julgamento desses alunos pelo simples fato deles ocuparem o lugar dos filhos da elite. Uma senhora afirma que eles não terão capacidade de acompanhar um aluno de escola particular, quanto absurdo. Se seus filhos estudaram em escolas particulares e não passaram no vestibular é sinal de que não estavam preparados. Simples. Aceita que dói menos e lute por uma educação pública e de qualidade para todos.



Só 8% dos brasileiros dominam de fato português e matemática   (MSN –  Notícias – 25/02/16)

A nova edição do estudo “Analfabetismo no Mundo do Trabalho” dá o mesmo diagnóstico de suas últimas edições, publicadas em 2009 e 2011: um a cada quatro brasileiros pode ser considerado analfabeto funcional. A pesquisa, divulgada nesta semana pelo Instituto Paulo Montenegro e a ONG Ação Educativa com base no ano de 2015, testou cerca de 2 mil pessoas de zonas urbanas e rurais e verificou que nada menos que 27% dos brasileiros continuam pertencendo a essa classificação.O grupo engloba tanto aqueles completamente iliterados quanto indivíduos capazes apenas de compreender textos simples, entender algo de pontuação e reconhecer números familiares, em operações matemáticas simples.



Mudanças no Enade podem melhorar qualidade do ensino superior  (UOL – Educação – 25/02/16)

O Ministério da Educação divulgou duas mudanças importantes no Enade, o exame nacional de avaliação do ensino superior. Agora, os cursos passarão a ser avaliados anualmente e a nota individual do formando será registrada em seu histórico escolar. Essas mudanças, embora pareçam desimportantes e tenham merecido pouca atenção da mídia e do público especializado, podem começar a mudar o jogo do ensino superior no país. Não é exagero afirmar que turbinar os sistemas de avaliação é o melhor meio de se retirar o ensino superior da atual situação de baixa qualidade. Um problema que não se limita apenas às instituições privadas, como bem sabe quem já passou pelos bancos de uma universidade pública, mesmo no caso da USP que é considerada a melhor do país.



Maioria dos jovens fora da escola sequer conclui ensino fundamental   (Globo On Line – Educação – 25/02/16)

As salas de aula idealizadas pelo Plano Nacional de Educação (PNE) podem não passar de miragem. Uma das 20 metas estabelecidas pela lei 2014/13.005 é ter todos os jovens de 15 a 17 anos matriculados em colégios até o fim do ano, mas 1,7 milhão de pessoas nesta faixa etária estão longe das escolas — a maioria (52%, ou 862 mil adolescentes) sequer completou o ensino fundamental. A conta foi publicada no novo boletim “Aprendizagem em Foco”, do Instituto Unibanco, com base nos dados do IBGE de 2014. Há uma fileira de motivos para explicar as carteiras abandonadas.