26/08/2013 / Em: Clipping

 


Ranking internacional lista Unicamp como 135ª mais produtiva do mundo   (Globo.Com – G1 Vestibular – 25/08/13)

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) é segunda instituição do Brasil mais produtiva em publicação de trabalhos científicos e ocupa o 135º lugar entre 2.740 instituições de diferentes países do mundo, segundo a edição 2013 do SIR World Report. Na comparação com as outras brasileiras, ela perde para a Universidade de São Paulo (USP). Para participar do ranking, cada instituição precisou apresentar ao menos cem trabalhos científicos indexados na base de dados holandesa Scopus entre os anos de 2007 e 2011. São desconsiderados os trabalhos feitos por academias de ciência, hospitais, fundações e centros nacionais de pesquisa. Ao todo, 110 instituições do Brasil  integram a classificação (veja lista completa). Conforme o resultado divulgado pela Scimago Lab, durante os cinco anos avaliados a Unicamp publicou 17.130 trabalhos. Comparado com a outra edição entre os anos 2006 e 2010, a universidade caiu quatro colocações. A USP ficou em quinto lugar no ranking global, com 48.156 trabalhos publicados. Na 137ª posição está a Universidade Estadual Paulista (Unesp) com 16.998 pesquisas. A lista mundial é liderada pela Universidade Harvard, dos Estados Unidos, com um total de 80.467 publicações.

Pôquer é disciplina opcional mais disputada da Unicamp em Limeira   (Globo.|Com – G1 Vestibular – 23/08/13)

A disciplina Fundamentos do Pôquer, que começou a ser ministrada neste mês no campus da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em Limeira (SP), é a matéria opcional mais disputada da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Enquanto outras atividades não obrigatórias têm em média de 60 estudantes na instituição, as aulas de estratégias e conceitos sobre o jogo de cartas reúnem 130 universitários, a lotação máxima da turma. Aproximadamente 200 alunos se inscreveram para cursar a disciplina, mas 70 tiveram de ficar de fora devido ao limite de capacidade da sala de aula. Conforme o matemático Cristiano Torezzan, de 36 anos, professor responsável pela matéria, a alta procura se deve a fatores como o crescimento do esporte no Brasil, à novidade que a iniciativa representa no meio acadêmico e também à “forma como o jogo é abordado em sala”. As cartas de baralho não são utilizadas em aula e o objetivo do curso é oferecer recursos para ajudar futuros profissionais em situações reais. “Os conhecimentos envolvidos no jogo podem trazer benefícios para a vida e principalmente no mundo dos negócios. O objetivo é fazer com que as aulas funcionem como laboratório de tomada de decisões”, disse o professor.