29/04/2015 / Em: Clipping

 


Unicamp divulga calendário do vestibular 2016   (UOL – Vestibular – 29/04/15)

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) divulgou nesta quarta-feira (29) o calendário do vestibular 2016 da instituição. As inscrições começam dia 3 de agosto e acabam no dia 3 de setembro. A primeira fase será realizada no dia 22 de novembro e a segunda fase acontecerá nos dias 17, 18 e 19 de janeiro de 2016. Antes da primeira fase, haverá provas de habilidades específicas para candidatos aos cursos de música (no período de 24 a 28 de setembro). Para os demais cursos (arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança), as provas de habilidades específicas ocorrerão no período de 25 a 28 de janeiro de 2016. A primeira chamada será divulgada pela Comvest dia 12 de fevereiro, para matrícula não presencial entre os dias 13 e 14 de fevereiro.



Unicamp divulga datas do vestibular 2016; inscrições começam em agosto   (Globo.Com – G1 Vestibular – 29/04/15)

A Unicamp divulgou, nesta quarta-feira (29), o calendário do vestibular 2016, com inscrição marcada para começar em 3 de agosto. Segundo a assessoria de imprensa da comissão organizadora, as datas são semelhantes a do ano passado. A primeira fase será realizada em 22 de novembro. Veja a agenda completa na tabela abaixo. Os valor para inscrição ainda não foi definido. De acordo com a comissão organizadora, o vestibular 2016 deve ter alterações pontuais, que serão anunciadas nos próximos meses. A redação, adiantou a Unicamp, será mantida na segunda fase.

Ranking traz a USP entre as 100 melhores do mundo em 29 cursos   (Globo.Com – G1 Vestibular – 28/04/15)

Em um ranking internacional que analisou a qualidade de 36 cursos, a Universidade de São Paulo (USP) ficou entre as 100 melhores instituições do mundo em 29 delas. Segundo a lista do QS Quacquarelli Symonds University Rankings divulgada na noite desta terça-feira (28), em oito cursos, a USP é uma das 50 melhores. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) ficou entre as 100 melhores do mundo em 16 cursos (veja o ranking completo). Também aparecem no ranking do QS a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com cinco cursos entre os 100 melhores, a Universidade Estadual Paulista (Unesp), com três cursos,as federais do Rio Grande do Sul (UFRGS), com dois, de Minas Gerais (UFMG) e de São Paulo (Unifesp), com um curso cada, e a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), também com um curso. Dessa vez, 36 cursos foram avaliados (na edição de 2014, 30 delas entraram no ranking), como história, matemática, química e comunicação e estudos de mídia. Na USP, o curso que ficou na maior colocação do ranking por disciplinas foi odontologia. O curso da instituição brasileira é o 12º melhor do mundo, de acordo com o QS. Na Unicamp, o curso de odontologia também ficou entre os 20 melhores e foi listado na 17ª posição. A instituição com sede em Campinas (SP) também teve os cursos de agricultura e silvicultura e de engenharia elétrica e eletrônica destacados entre os 50 melhores. Na USP, além da odontologia, outros sete cursos entraram na lista de 50 melhores do mundo: agricultura e silvicultura, ciências veterinárias, engenharia civil e estrutural, arquitetura, artes e design, filosofia e farmácia e farmacologia. No ano passado, seis cursos ficaram nesse ranking.

CCJ da Câmara aprova acesso a notas para todos os vestibulandos   (Globo.Com – G1 Vestibular – 28/04/15)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (28), em caráter conclusivo, projeto de lei que concede a todos os vestibulandos – inclusive os reprovados no processo seletivo – acesso à classificação e às notas nas provas. O texto deve seguir agora para o Senado, a não ser que seja apresentado um recurso para que a matéria seja antes examinada pelo plenário da Câmara. A Lei de Diretrizes e Bases (LDB) já obriga a divulgação dos resultados, mas somente em relação aos classificados. O projeto aprovado na CCJ determina que seja divulgada a ordem de classificação de todos os candidatos e assegura o direito do candidato, aprovado ou não, a ter acesso a suas notas ou indicadores de desempenho no exame. O objetivo do projeto é ampliar o grau de transparência na divulgação dos resultados dos processos seletivos.



Para uma nova engenharia de mercado   (O Estado de S.Paulo – Educação – 28/04/15)

Com demandas cada vez mais complexas do mercado, novas graduações de Engenharia tentam, desde o começo, sintonizar seus currículos com a realidade das empresas. Além de bom manejo com os números, a ideia é preparar futuros profissionais para desafios práticos. Empreendedorismo, habilidades interpessoais, inovação e liderança estão entre as palavras de ordem para esses cursos. Um dos exemplos dessa renovação é o projeto do Insper, que iniciou em 2015 três graduações de Engenharia: Mecatrônica, Mecânica e Computação. A escola, com boa reputação na área de negócios, aproveitou uma experiência estrangeira para a nova empreitada. É inspirada no modelo da Olin College, universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, referência internacional de ensino nesse setor. Segundo Irineu Gianesi, coordenador de Engenharia no Insper, o objetivo é formar profissionais proativos e completos. “O engenheiro, muitas vezes, sabe resolver problemas já formulados. Mas, quando vai trabalhar, eles não estão dados. É preciso identificar os problemas”, explica. Para desenvolver essa percepção, entra o empreendedorismo. “A ideia é levar para o mercado e transformar a realidade”, afirma Gianesi. Competências não técnicas, como liderança, responsabilidade social e comunicação, serão valorizadas em classe. A mão na massa faz parte do cotidiano do curso, com aprendizagem por projetos. “Toda aula os professores pedem para a gente formar um grupo e resolver a atividade. Não é apenas na teoria, resolvemos a questão na prática”, conta o aluno de Engenharia de Computação João Pedro Castro, de 22 anos. O rapaz, que estudou Engenharia em uma faculdade pública por três anos, trocou de escola em busca da proposta inovadora. Não se arrepende. “É outro tipo de metodologia. As faculdades, geralmente, são muito teóricas. Isso não funciona para mim”, comenta. A previsão é que a oferta de vagas nas engenharias do Insper, hoje em 90, já aumente no próximo vestibular.

Sobra habilidade, mas falta equilíbrio para a geração Y   (O Estado de S.Paulo – Educação – 28/04/15)

Privilégios, ansiedade e frustração. Essa combinação resume um pouco os traços da atual leva de jovens que buscam se consolidar no mercado de trabalho – a geração Y. Mesmo com currículos repletos de cursos renomados, fluência em diversos idiomas e vivência no exterior, ainda há um fator determinante para o sucesso profissional que falta a essa turma: equilíbrio emocional. Acostumados a receber reforços positivos dos pais, os jovens dessa geração têm dificuldade de lidar com decepções – tanto na vida pessoal quanto na profissional. Segundo o consultor Sidnei Oliveira, especialista na geração Y, o jovem adulto de hoje foi criado de uma forma tão protegida e cheia de privilégios que não acumula “cicatrizes”. “Essa geração entra no mercado com uma bagagem acadêmica maior em relação às outras. Porém, na hora de interagir com as pessoas, ela trava”, diz Oliveira. “Quando são pressionados pelo chefe, acabam não suportando e, de certa forma, ‘quebram’. Costumo chamar esses jovens de ‘geração cristal’ por isso”, diz. A maior decepção da geração Y, segundo Oliveira, é se deparar com trabalhos burocráticos. “Como consultor, costumo ouvir declarações como ‘só quero trabalhar naquilo que gosto’. Os jovens se esquecem das responsabilidades de qualquer carreira: por exemplo, se você quer ser jogador de futebol, lembre-se de que terá de acordar cedo para os treinos, tomar cuidado com a alimentação, participar de eventos de patrocinadores. Não é só jogar futebol.”

‘Harvard deveria ter mais brasileiros’, diz vice-reitor   ( O Estado de S.Paulo – Educação – 27/04/15)

Nunca a Universidade de Harvard, uma das mais tradicionais do mundo, teve tantos brasileiros. São 104 alunos entre os cerca de 21 mil estudantes da instituição americana. Parece pouco, mas é um crescimento de 70% nos últimos oito anos. Quantos brasileiros deveriam estudar em Harvard? “A resposta é simples: mais”, afirma o vice-reitor de Relações Internacionais da universidade, Jorge Dominguez, de 70 anos, em entrevista ao Estado. “Os alunos brasileiros têm feito um trabalho extraordinário”, acrescenta ele, professor de política e história da América Latina.  Segundo Dominguez, a formação acadêmica fora do País é um caminho para melhorar a internacionalização do ensino superior do País e também preparar profissionais para o período pós-crise econômica.