30/01/2017 / Em: Clipping

 


Texto nota mil do Enem defende Estado laico para falar de intolerância (Folha de São Paulo – Educação – 27/01/2017)

Leitora de clássicos da literatura brasileira, a estudante Caroline Marson Dal Mas, 19, tirou nota mil na prova de redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2016.

Moradora de Veranópolis, cidadezinha na serra gaúcha, Caroline é uma das 77 pessoas que tiraram a nota máxima na redação do Enem entre 6,1 milhões de candidatos no total. O número de notas máximas vem diminuindo: em 2015 foram 104 e, em 2014, 250.

A estudante, que quer cursar faculdade de medicina, intensificou o seu hábito de leitura nos últimos dois anos enquanto se preparava para o Enem em um cursinho, em Porto Alegre. Ela se formou no ensino médio em 2014.

Quando criança, a gaúcha gostava de fábulas e frequentava a biblioteca do colégio. Recentemente a jovem descobriu os contos de Clarice Lispector e o “amor pela poesia” com autores como Carlos Drummond de Andrade, Mário Quintana e o português Fernando Pessoa.

Caroline já tinha por hábito a leitura de sucessos comerciais como Dan Brown e Nicholas Sparks, mas, por causa da preparação para o Enem e vestibulares, acrescentou os clássicos e passou a ler mais jornais e revistas “por causa das atualidades”.



‘Medicina é um sonho de criança’, diz sergipana nota mil no Enem (G1 – Sergipe – 29/01/2017)

Anne é um dos 77 brasileiros que atingiram a nota máxima na redação.
Ela ficou surpresa com o resultado, mesmo tendo se preparado.

A sergipana Anne Caroline Arcanjo Santos, de 19 anos, está na lista dos 77 inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2016 que atingiram a nota mil na redação. Apesar de ter se preparado,  ela recebeu o resultado com muita surpresa em um universo de mais de 8 milhões de inscritos.

Anne concluiu o ensino médio em uma escola católica tradicional da rede particular de Aracaju (SE) e desde o primeiro ano começou a fazer as provas do exame nacional. Esta foi a quarta participação no Enem, uma vez que decidiu ser avaliada desde o primeiro ano do ensino médio.

“Isso me deixou mais tranquila para participar do processo. Ano passado, já formada, continuei estudando em um cursinho preparatório e toda semana fazia as redações sugeridas pelos professores. Foi assim também no ensino médio”, conta a estudante.



Leitura e prática são os segredos dos ‘campeões’ em redação no Enem  (Diário do Amazonas – Notícias – 29/01/2017)

Alunos que tiraram entre 900 pontos e a nota máxima, 1.000, dão dicas para quem quer se aperfeiçoar nas técnicas de escrita para vestibulares, processos seletivos ou até mesmo concursos públicos

Joseiah mostra com orgulho a confirmação dos 960 pontos obtidos na redação do Enem.Foto: Divulgação

Manaus – Tirar uma boa nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é algo que define os próximos anos do estudante com o ingresso na faculdade. Entre os itens que somam grandes pontuações no exame, está a redação que, algumas vezes, é temida pelos jovens que se submetem à realização do exame. No entanto, há alguns que se dão bem na produção textual de cerca de 30 linhas. A equipe de reportagem conversou com alunos que tiraram entre 900 pontos e a nota máxima da redação do Enem, 1.000, e reuniu dicas para quem quer se aperfeiçoar nas técnicas de escrita para o Enem, vestibulares em geral, diversos processos seletivos ou até mesmo concursos públicos.



“Você volta para o tronco”, diz negra que perdeu vaga de medicina para branco que fraudou cotas (R7 – Educação – 30/01/2017)

Recentemente, 24 estudantes brancos foram expulsos da Universidade Federal de Pelotas (RS)

“Você volta pro tronco. Você se sente chicoteada de novo”. Isso é o que diz uma jovem negra que perdeu sua vaga na faculdade de medicina depois de alunos brancos terem fraudado o sistema de cotas da UFPel (Universidade Federal de Pelotas), do Rio Grande do Sul.

Recentemente, depois de denúncias feitas pelo Setorial de Negros e Negras da UFPel, 24 alunos brancos foram expulsos da instituição.

A estudante diz nunca ter visto negros em postos de grande representatividade e que jamais teve um professor negro. Também nunca viu um advogado negro em sua região e diz que, quando percebeu que poderia fazer algo por ela e pelos outros na medicina, decidiu que escolheria essa faculdade.