30/10/2013 / Em: Clipping

 


Multidisciplinar, vestibular da Unicamp avalia conhecimentos desde a educação básica   (EPTV – Virando Bixo – 29/10/13)

Com 73.818 inscritos, o Vestibular 2014 da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) oferece 3.460 vagas em 71 cursos, sendo 69 da própria Unicamp e dois da Famerp (Faculdade de Medicina e Enfermagem de São José do Rio Preto. Com a prova da primeira fase agendada para o dia 10 de novembro em 16 cidades do Estado de São Paulo, além de Brasília e Belo Horizonte, o Vestibular da Unicamp tem identidade marcante em alguns aspectos. “Ele consegue, por meio de questões sempre com cunho multidisciplinar, avaliar o conhecimento construído ao longo da educação básica. Mede estabilidade, não informação temporária.



Políticas de acesso às universidades paulistas devem ser revistas, diz especialista   (O Estado de S.Paulo – Educação – 29/10/13)

Para Elizabeth Balbachevsky, especialista em ensino superior, as universidades paulistas devem rever as políticas de acesso para incluir ainda mais alunos de escolas públicas. “Não importa o mecanismo, de bônus ou de cotas, a competição é muita alta nessas instituições. Como a demanda é grande, inclui pouca gente.”  Elizabeth defende que a inclusão seja promovida mais pelas faculdades de tecnologia (Fatecs) do que pelas estaduais. “A universidade de pesquisa não pode ser responsável pela massificação.”

Após o Enem, está aberta a temporada dos grandes vestibulares  (O Estado de S.Paulo – Educação – 29/10/13)

Nos fins de semana de novembro, a estudante Amanda Bortolo Cabido, de 17 anos, vai trocar as horas que passa debruçada sobre os livros pelas provas de seleção para o curso de Arquitetura em cinco universidades. Após um ano de dedicação, ela fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no sábado e no domingo e agora se prepara para os vestibulares da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Centro Universitário Belas Artes. “Estou ansiosa, mas estudei bastante e nesta reta final quero sair para espairecer nos dias anteriores às provas”, conta. É a primeira vez que Amanda presta vestibular e ficará até 31 horas e 30 minutos fazendo provas das cinco universidades que vai tentar. O número de exames só não será maior porque há coincidência de datas. Em meio a tantos exames, o sonho de Amanda é o mesmo que o de milhares de paulistas: entrar na USP. “É o mais difícil, mas também é o que mais abre o leque de opções na carreira. Já visitei o câmpus e gostaria muito de conseguir entrar.” Para alcançar a meta, Amanda tem um esquema diário de preparação. Faz cursinho pela manhã e o 3.º ano do ensino médio à tarde. À noite, estuda outras quatro horas para reforçar o conteúdo. “Parei de trabalhar há dois meses para me dedicar ao vestibular. Minha vida social é quase zero, mas não me importo. Sinto prazer em estudar.”  Em sua rotina, Amanda faz exercícios que já caíram nos testes anteriores das diferentes instituições. “A UFSC tem um estilo de questões mais distinto em relação às outras.” O estudo de provas anteriores é incentivado pelos professores, independentemente do curso escolhido ou da quantidade de provas que o candidato fará. Isso porque os testes de cada universidade têm exigências diferentes. Para auxiliar os estudantes nesta reta final, o Estadão.Edu ouviu professores e especialistas que apontaram as peculiaridades de algumas das mais importantes provas do País (mais informações nas páginas 6 e 8). A coordenadora pedagógica do Cursinho da Poli, Alessandra Venturi, avalia que simular o tipo de questões que estarão na prova é essencial para o bom desempenho. “É preciso saber o tipo de conteúdo, enunciado e quanto tempo se demora para resolvê-las.”



Estudantes ficam inseguros com confiança dos pais no vestibular, aponta pesquisa    (Universia Brasil – 29/10/13)

Uma pesquisa realizada no final de setembro de 2013 pelo Sistema de Ensino Poliedro, em São Paulo, revelou que 44% dos estudantes se sentem inseguros com a confiança excessiva dos pais na aprovação no vestibular. A pesquisa, publicada com exclusividade pela Universia Brasil, foi realizada com 730 estudantes do sistema de ensino. Ainda de acordo com a pesquisa, 69% dos participantes declararam que ainda mora com os pais. Isso faz com que o convívio seja muito grande e os pais participem ativamente da vida do estudante, que pode se sentir pressionado com a confiança depositada nos seus estudos. A pesquisa analisou outros aspectos da participação dos pais na vida estudantil dos participantes. Confira abaixo os dados analisados:



Para especialistas, o Enem se tornou de vez um vestibular    (Veja – Educação – 28/10/13)

As provas da edição de 2013 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), aplicadas neste final de semana, apresentaram diferenças significativas em relação a outros anos: os enunciados e textos de apoio ficaram menores, enquanto as soluções das questões de matemática e ciências da natureza passaram a exigir a aplicação de fórmulas. Na avaliação do professor Luís Ricardo Arruda, coordenador do Anglo Vestibulares, não há mais dúvidas: o Enem se tornou um grande vestibular. “Saiu interpretação de texto e entrou mais conteúdo”, analisa. Um dos mais claros exemplos desta mudança na estrutura da avaliação federal, que vinha sendo desenhada desde 2009, quando o Enem foi transformado em vestibular das universidades federais, pode ser percebido na prova de matemática. Dentre as 45 questões de exatas deste domingo, os candidatos se depararam com equação quadrática, frações e logaritmos — itens até então pouco cobrados. “O Enem exigiu que os participantes soubessem aplicar fórmulas e dominassem, realmente, matemática.